domingo, 9 de março de 2014

"Crescemos juntos", diz Bill Gates sobre amizade com Steve Jobs

Bill Gates, fundador da Microsoft, se emocionou durante um programa de entrevistas para a rede americana CBS ao falar sobre a amizade com o rival da Apple, Steve Jobs, falecido em 2011. No 60 Minutes de domingo, o ex-CEO de Redmond disse que ele e Jobs "cresceram juntos" e lembrou da última visita que fez ao amigo na casa de Palo Alto, um pouco antes da morte do gênio da tecnologia, em outubro daquele ano.

 Foto: Reprodução
O ano sem Jobs: lembre fatos do ano sem o fundador da Apple
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"Ele me mostrou o barco em que estava trabalhando", comentou Gates sobre o encontro final com Jobs, "e falou sobre como estava ansioso para navegá-lo, mesmo que nós dois soubéssemos que havia uma chance grande de isso não acontecer". O fundador da Microsoft ainda comentou sobre como os dois visionários mudaram o Vale do Silício na década de 1980, e como disso cresceu uma rivalidade amigável que durou por 35 anos.

"Conversamos sobre o que aprendemos, sobre família, tudo. Ele não estava sendo melancólico, do tipo, 'oh, fui enganado'. Estava olhando para o futuro e vendo como não realmente mudamos a educação com a tecnologia", revelou.

Um dos momentos mais altos da entrevista ao apresentador Charlie Rose foi quando Gates falou sobre como ele e Jobs criaram companhias bilionárias e acumularam fortunas pessoais. "Ele e eu, em algum sentido, crescemos juntos. Tínhamos apenas um ano de diferença, e éramos meio ingenuamente otimistas e construímos grandes companhias", enumerou. Animação brinca com a rivalidade de Steve Jobs e Bill Gates
"E todas as fantasias que tínhamos sobre criar produtos e aprender coisas novas - nós atingimos tudo isso. E quase tudo como rivais. Mas sempre mantivemos um certo respeito e uma comunicação, incluindo quando ele estava doente", comentou o ex-CEO da Microsoft, que hoje se dedica à fundação Bill e Melinda Gates.

​Gates ainda elogiou o bom gosto estético de Jobs e admitiu que o estilo de design da Apple ajudou o iPad a bater a Microsoft. "Nós fizemos tablets, vários tablets, muito antes da Apple. Mas eles juntaram as peças de uma forma que fez sucesso", ilustrou.

A amizade de Jobs e Gates não é novidade, e após a morte de Jobs inúmeros indícios de como a relação dos dois rivais tecnológicos era próxima emergiram - como o fato de que o ex-CEO da Apple mantinha uma carta de Gates na sua cabeceira.

Relembre em 70 fotos a carreira de Steve Jobs


Arca de noé Encontrada

 
Um grupo de investigadores disse ter encontrado a possível localização da famosa Arca que Noé construiu por ordem de Deus para salvar sua família do Dilúvio sobre a terra.
Na verdade a equipe que é formada por seis arqueólogos de Hong Kong e outros nove da Turquia que contaram com o apoio do Governo turco, faz parte do Noah’s Ark Ministries International um ministério como se autodenomina, que visa encontrar a famosa Arca de Noé,  a descoberta havia sido feita no mês de Outubro de 2009, porem só agora no Domingo dia 25 foi levado a público.
O local de escavações foi o Monte Ararat que é a mais alta montanha da moderna Turquia. Tem a forma de um cone vulcânico coberto de neves eternas localizado no extremo nordeste da Turquia, a 16 km a oeste do Irã e a 32 km ao sul da Armênia.
Segundo os resultados de análises realizadas sobre um pedaço de madeira com 38 milímetros achado durante escavações no Ararat, chegou-se a conclusão que a madeira teria cerca de 4800 anos.
Vídeos da suposta Arca de Noé filmado pelo Noah’s Ark Ministries International;
É certeza para todos aqueles que seguem a Bíblia Sagrada que a Arca de Noé existiu e que o Todo Poderoso salvou Noé e sua familia da destruição do Dilúvio, resta a nós esperar para que se verifiquem todas as provas e amostras para que possamos acreditar firmemente no que as fotos e os vídeos nos mostram.


Civilização Maia


A civilização maia foi uma cultura mesoamericana pré-colombiana, notável por sua língua escrita (único sistema de escrita do novo mundo pré-colombiano que podia representar completamente o idioma falado no mesmo grau de eficiência que o idioma escrito no velho mundo), pela sua arte, arquitetura, matemática e sistemas astronômicos. Inicialmente estabelecidas durante o período pré-clássico (1000 a.C. a 250 d.C.), muitas cidades maias atingiram o seu mais elevado estado de desenvolvimento durante o período clássico (250 d.C. a 900 d.C.), continuando a se desenvolver durante todo o período pós-clássico, até a chegada dos espanhóis. No seu auge, era uma das mais densamente povoadas e culturalmente dinâmicas sociedades do mundo.
A civilização maia divide muitas características com outras civilizações da Mesoamérica, devido ao alto grau de interação e difusão cultural que caracteriza a região. Avanços como a escrita, epigrafia e o calendário não se originaram com os maias; no entanto, sua civilização se desenvolveu plenamente. A influência dos maias pode ser detectada em países como Honduras, Guatemala, El Salvador e na região central do México, a mais de 1 000 km da área maia. Muitas influências externas são encontrados na arte e arquitetura Maia, o que acredita-se ser resultado do intercâmbio comercial e cultural, em vez de conquista externa direta . Os povos maias nunca desapareceram, nem na época do declínio no período clássico, nem com a chegada dos conquistadores espanhóis e a subsequente colonização espanhola das Américas. Hoje, os maias e seus descendentes formam populações consideráveis em toda a área antiga maia e mantêm um conjunto distinto de tradições e crenças que são o resultado da fusão das ideologias pré-colombianas e pós-conquista (e estruturado pela aprovação quase total ao catolicismo romano). Muitas línguas maias continuam a ser faladas como línguas primárias ainda hoje; o Rabinal Achí, uma obra literária na língua achi, foi declarada uma obra-prima do Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura em 2005
As evidências arqueológicas mostram que os maias começaram a edificar sua arquitetura cerimonial há 3000 anos. Entre os estudiosos, há um certo desacordo sobre os limites e diferenças entre a civilização maia e a cultura mesoamericana pré-clássica vizinha dos olmecas. Os olmecas e os maias antigos parecem ter-se influenciado mutuamente.
Os monumentos mais antigos consistem em simples montículos remanescentes de tumbas, precursoras das pirâmides erguidas mais tarde. Eventualmente, a cultura olmeca ter-se-ia desvanecido depois de dispersar a sua influência na península de Iucatã, na Guatemala e em outras regiões.
Os maias construíram as famosas cidades de Tikal, Palenque, Copán e Calakmul, e também Dos Pilas, Uaxactún, Altún Ha, e muitos outros centros habitacionais na área. Jamais chegaram a desenvolver um império embora algumas cidades-estado independentes tenham formado ligas temporárias, associações e mesmo rápidos períodos de suserania. Os monumentos mais notáveis são as pirâmides que construíram em seus centros religiosos, junto aos palácios de seus governantes. Outros restos arqueológicos muito importantes são as chamadas estelas (os maias as chamam de tetún, ou "três pedras"), monólitos de proporções consideráveis que descrevem os governantes da época, sua genealogia, seus feitos de guerra e outros grandes eventos, gravados em caracteres hieroglíficos.
Os maias tinham economia preponderantemente agrícola embora praticassem ativamente o comércio em toda a Mesoamérica e possivelmente para além desta. Entre os principais produtos do comércio, estavam o jade, o cacau, o sal e a obsidiana.

Decadência

Um relevo de estuque de Palenque retratando Upakal K'inich
Nos séculos VIII e IX, a cultura maia clássica entrou em decadência, abandonando a maioria das grandes cidades e as terras baixas centrais. A guerra, doenças, inundações e longas secas, ou ainda a combinação destes fatores, são frequentemente sugeridos como os motivos da decadência.
Existem evidências de uma era final em que a violência se expandia: cidades amplas e abertas foram então fortemente guarnecidas por muradas, às vezes visivelmente construídas às pressas2 . Teoriza-se também com revoltas sociais em que classes campesinas acabaram se revoltando contra a elite urbana nas terras baixas centrais.
Os estados maias pós-clássicos também continuaram prosperando nos altiplanos do sul. Um dos reinos maias desta área, Quiché, é o responsável pelo mais amplo e famoso trabalho de historiografia e mitologia maias, o "Popol Vuh
Os territórios maias foram absorvidos durante o processo de expansão do império asteca por volta do século XV.
Por fim, no ano de 1519, o espanhol Hernán Cortez inicia a conquista do território asteca, incluindo as regiões anteriormente pertencentes aos maias.
Algumas cidades ofereceram uma grande e feroz resistência; a última cidade-estado não foi subjugada pelos espanhóis senão em 1697
As colônias espanholas americanas estavam muito afastadas do mundo exterior, e as ruínas das grandes cidades antigas eram pouco conhecidas exceto pelos locais.
Entretanto, em 1839, o explorador americano John Lloyd Stephens, escutando notícias de ruínas perdidas nas selvas, visitou Copán, Palenque, e outras localidades acompanhado do arquiteto e desenhista Frederick Catherwood.
Seu diário de viagem ilustrado sobre as ruínas incendiaram um forte interesse pela região e sua gente promovendo a assimilação do vínculo com a cultura maia entre os dirigentes locais.
A maioria da população rural contemporânea da Guatemala e Belize é maia por descendência e idioma primário; em áreas rurais do México, ainda existe uma cultura maia.

A estrela de Davi







A estrela de Davi (chamada de Escudo de David), é um símbolo real, um selo de realeza representativo do reinado de David.
Quando as nações pagãs iam à guerra, muitas vezes pintavam figuras para inspirar medo aos adversários nos escudos dos seus prórpios soldados (tais como dragões, cobras, etc.) No entanto, em Israel, o símbolo é o escudo de David.

O nome David em hebraico é composto de três letras na segunte orderm: Dálet-Vav। Dálet. No hebraico antigo, a letra Dálet tinha a forma semelhante a um triângulo com vértice para cima.

Quando este símbolo foi gerado, não sabemos ao certo, no entanto sabemos que este símbolo é geometricamente construído em forma de estrela com as duas letras Dálet que compunham o nome David (entrelaçando-as, e girando uma das letras em 180o. para que seu vértice se colocasse para baixo). Com o tempo, este símbolo tornou-se símbolo da nação de Israel e do povo judeu, estando presente na própria bandeira de Israel.

No entanto, há um significado maior na estrela de David, pois muitos afirmam que ela é um símbolo do próprio Messias, Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele mesmo diz no livro do Apocalipse(22, 16): “Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos atestar estas coisas a respeito das igrejas. Eu sou a raiz e o descendente de Davi, a estrela radiosa da manhã.”
O HEXAGRAMA

O hexagrama é formado unindo-se o Triângulo da Água com o Triângulo do Fogo, formando a estrela de seis pontas, também conhecida como Selo de Salomão. Esse símbolo é uma imitação da Estrela de Davi, o símbolo nacional de Israel, o povo escolhido de Deus. A diferença é que esse selo ocultista é formado por dois triângulos entrelaçados, enquanto que, na Estrela de Davi, um triângulo sobrepõe o outro .

A autora maçônica Mary Ann Slipper, escrevendo em Symbolism of the Eastern Star [O Simbolismo da Estrela do Oriente], 1927, na página 14, faz a mais reveladora admissão, quando diz, “A estrela de seis pontas é usada na obra maçônica e também é encontrada em outras ordens secretas conhecidas.” Outro livro da Estrela do Oriente, The Second Mile [A Segunda Milha], compreende o impacto do hexagrama quando diz, “… a estrela de seis pontas é um símbolo muito antigo e um dos mais poderosos.”

Sem brincadeira! O hexagrama é realmente um símbolo muito poderoso para os feiticeiros, bruxos e magos! É usado em todas as formas de magia, feitiçaria, ocultismo e nas previsões astrológicas. Como tem seis pontas e contém um ‘666‘, o hexagrama é considerado um dos símbolos mais poderosos de Satanás. Veja o hexagrama acima. O primeiro seis é formado pelos lados de cada triângulo encontrados no sentido horário; o segundo é formado pelos lados de cada triângulo quando você segue no sentido anti-horário; o terceiro seis é formado pelos lados do hexágono interno.
Dois feiticeiros explicam melhor que o hexagrama era usado como “uma reserva para os mágicos e alquimistas. Os bruxos acreditavam que ele representava a pegada de um tipo especial de demônio chamado ‘trud’ e o usavam em cerimônias tanto para conjurar demônios quanto para mantê-los afastados.” [Gary Jennings, Black Magic, White Magic[Magia Negra, Magia Branca], Eau Claire, WI, The Dial Press, 1964, pg. 51. Também Harry E. Wedeck, Treasury of Witchcraft (Tesouro da Feitiçaria), Nova York, Philosophical Library, 1961, pg. 135]
Olhe novamente o hexagrama anterior; ele é usado para conjurar demônios, fazê-los aparecer nesta dimensão e cumprir as vontades do feiticeiro. Os símbolos dentro do hexagrama são para esse propósito. O ex-satanista Iluminista Doc Marquis, hoje um cristão nascido de novo, confirma que os hexagramas são usados para conjurar demônios e para lançar encantamentos e maldições sobre uma vítima.
O hexagrama também é um símbolo do ato sexual e da reprodução। O autor maçônico, Albert G. Mackey oferece-nos a explicação ocultista em seu livro, The Symbolism of Freemasonry [O Simbolismo da Maçonaria, pg 195, 1869]. O triângulo voltado para baixo “é o símbolo feminino que corresponde ao ‘yoni’ e o triângulo voltado para cima é o homem, o ‘linga’. Quando os dois triângulos estão entrelaçados, representa a união das forças ativa e passiva na natureza; representa os elementos masculino e feminino.” [A mesma explicação aparece em Did You Know? Vignettes in Masonry From a Royal Arch Mason Magazine, Missouri Lodge of Research, 1965, pg 132, Wes Cook, editor] [Nota do tradutor: Linga e Yoni são representações estilizadas dos órgãos genitais masculino e feminino, respectivamente, em diversos emblemas e amuletos. São considerados símbolos do poder genésico e adorados no hinduísmo.]

Se você ainda não percebeu isso, o ocultista e o pagão adoram o sexo; na verdade, adoram quase tudo na natureza, cumprindo perfeitamente a definição bíblica do paganismo em Romanos 1:25, “Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente। Amém”. Sempre lembro desse verso quando pesquiso a montanha de literatura maçônica, pois ela está absolutamente repleta da veneração por todas as crenças pagãs concebíveis, de todos os tempos e de todos os continentes. Verdadeiramente, Albert Pike, o Grande Comandante da Maçonaria na Jurisdição do Sul dos EUA, estava certo quando afirmou, ”A Maçonaria é idêntica aos antigos mistérios.”

Falando sobre a conotação sexual do hexagrama, outro feiticeiro revelou, “Quando o triângulo masculino penetra o triângulo feminino, produz a estrela de seis pontas, o selo de Salomão, ou hexagrama, o símbolo mais maligno da feitiçaria.” [David J. Meyer, Dancing With Demons: The Music´s Real Master (Dançando com os Demônios: O Verdadeiro Mestre da Música)]
O hexagrama é o símbolo usado na Maçonaria do Arco Real. O autor maçônico Wes Cook [op. cit. pg. 132], diz que hexagrama representava “equilíbrio e harmonia” em todas as facetas do mundo. Outra publicação maçônica associa o hexagrama com o infame símbolo chinês do Yang e Yin. ["The Significant Numbers", Short Talk Bulletin, setembro, 1965, vol. 34, número 9, pg. 5]
Em resumo, o hexagrama é o mais maligno e um dos mais poderosos de todos os símbolos na feitiçaria. É usado para conjurar demônios a esta dimensão, para comunicação com os mortos, para descrever o ato sexual e para representar deuses falsos e pagãos, como Brahma, Vishnu e Shiva. [Masonic and Occult Symbols Illustrated(Símbolos Maçônicos e Ocultistas Ilustrados), Dr. Cathy Burns, pg.
Diferenças
A Estrela de Davi representa a igreja de Cristo, enquanto o Hexagrama representa o que está no texto acima. A diferença entre o “Hexagrama” e a “Estrela de Davi” é que na Estrela de Davi os triângulos são sobrepostos (um passa em cima – dentro – do outro formando uma só figura), enquanto no hexagrama os triângulos são entrelaçados (dois triângulos diferentes que quando entrelaçados – um independente do outro – formam o hexagrama). Exemplos:
1) Sobrepostos (“Estrela de Davi”):
2) Entrelaçados (“Hexagrama”):

Megadeth

Megadeth é uma banda estado-unidense de heavy metal liderada por seu fundador, o vocalista e guitarrista Dave Mustaine. O grupo foi formado em 1983, após Dave ser expulso do Metallica. Desde então, a banda lançou catorze álbuns de estúdio, quatro álbuns ao vivo, dois EP e cinco compilações.
A banda ganhou fama internacional ligeiramente. Ficou muito conhecida por sempre trocar sua formação devido aos constantes problemas com drogas. Após o lançamento de seu álbum estreia em 1985, a banda lançou álbuns premiados com o disco de ouro, platina e o álbum Rust in Peace (1990) é considerado a melhor realização da banda, assim como Countdown to Extinction (1992), maior sucesso de vendas e nomeado ao Grammy no mesmo ano, além de que Youthanasia (1994) manteve o bom ritmo da banda. Com os lançamentos de Cryptic Writings (1997) e Risk (1999), a banda afastou de seus lançamentos antigos, tendo quase que abandonado o thrash metal, e indo pra um lado mais heavy metal, somente com The World Needs a Hero (2001) a banda voltou às raízes do thrash metal. O grupo foi dissolvido em 2002, após Mustaine descobrir uma séria lesão no nervo do braço esquerdo, mas após dois anos de longa fisioterapia, Mustaine reformulou a banda decidiu voltar a ativa com o lançamento de The System Has Failed (2004). Desde então, a banda lançou outros quatro álbuns: United Abominations (2007), Endgame (2009), TH1RT3EN (2011) e Super Collider (2013). Megadeth faz parte do "Big Four of Thrash", juntamente com Metallica, Slayer e Anthrax.
O grupo já vendeu mais de 50 milhões de discos no mundo, com destaque para os álbuns Peace Sells... But Who's Buying, So Far, So Good... So What!, Rust in Peace, Youthanasia e Cryptic Writings que já alcançaram discos de platina e já foi nomeado para 10 Grammys . Em 28 anos de atividade, mais de 20 músicos já tocaram com Mustaine, o único presente em todas formações.

No verão de 1983, apenas dois meses após o guitarrista Dave Mustaine ser expulso do Metallica após problemas com drogas, comportamento violento, e conflitos de personalidade com os demais membros da banda,Mustaine, o baixista David Ellefson, o guitarrista Greg Handevidt, e o baterista Dijon Carruthers criaram o Megadeth, que mais tarde usaram o nome Megadeth em Los Angeles. Mustaine mais tarde disse, "Após ser expulso do Metallica, tudo que eu lembrava era que eu queria sangue. O deles. Queria ser mais rápido e pesado que eles.".
Dave Mustaine
Dave Ellefson
Dave Mustaine (esquerda) e David Ellefson (direita) são os fundadores do Megadeth
Impulsionado pelo desejo de vingança, Mustaine aumentou a velocidade e intensidade das canções que já tinha escrito, como "Mechanix", cuja nova formação do Metallica adaptou para uma versão lenta e chamada "The Four Horsemen". Após a procura sem sucesso de seis meses por um novo vocalista, Mustaine decidiu assumir a posição, se tornando assim, líder, guitarrista, compositor e vocalista. Ainda em 1983, o baterista Dijon Carruthers foi substituído por Lee Rausch.
No início de 1984, o Megadeth gravou três demos. Antes disso, o guitarrista Greg Handevidt saiu da banda para formar o grupo Kublai Khan, então as demos apresentaram somente Mustaine, Ellefson e Rausch, que continham as canções "Last Rites/Loved to Death", "Skull Beneath the Skin", e "Mechanix". Nos shows de apresentação das demos, o Megadeth contou com o guitarrista Kerry King, que havia abandonado o Slayer.
Após alguns shows, Lee Rausch foi substituído pelo baterista Gar Samuelson, e depois de exatos 5 shows, foi a vez de King se retirar, voltando ao Slayer, alegando que estava perdendo muito tempo ao tocar no Megadeth. Algo que causou uma rixa entre Mustaine e King e uma certa rivalidade entre o Slayer e o Megadeth naquela época. Mike Albert assumiu o lugar provisoriamente na banda.
Depois de mostrar talento nas três demos, o Megadeth assinou contrato com uma Gravadora independente de Nova Iorque, chamada Combat Records, e em dezembro adicionou Chris Poland como novo guitarrista. 
                                                                                                                         Ana Luiza

Abominável Homem das Neve


 
O ieti, yeti (do tibetano yeh-teh) ou Abominável Homem das Neves é o nome dado a uma criatura mítica que supostamente vive na região do Himalaia. Segundo a lenda, seriam descendentes de um rei macaco que se casou com uma ogra[carece de fontes]. Frequentemente costuma ser relacionado a outro mito, o do bigfoot (pé-grande ou sasquatch), outra criatura misteriosa, que viveria nos Estados Unidos ou no Canadá.
Até hoje, Não se conseguiu uma prova da existência do ieti, embora muitos rumores tenham sido registrados.
O registo visual mais famoso até hoje ocorreu com o explorador Anthony Wooldridge em 1986. Ele estava acampado nas montanhas localizadas no norte da Índia. Ele teria visto o ieti a alguns metros do acampamento. Segundo ele, o ieti teria ficado imóvel por 45 minutos.
Depois que o local foi examinado, foi descoberto que o ieti avistado seria apenas uma pedra coberta de neve. Anthony Wooldridge admitiu que havia se enganado.
O governo de Nepal declarou oficialmente, em 1961, que o ieti existe.
Tem cerca de 2 metros de altura, assim como seu parente, bigfoot, e também é relatado que possua o mesmo odor fétido, característicos das criaturas citadas em varias civilizações, assim como o mapinguari, na amazônia, o sasquach, no Canadá, o bigfoot nos Estados Unidos, Skunk Ape na Flórida e Orang Pendek, na Indonésia, todos possuem existência não confirmadas.


                                                                                                                   Ana Luiza

The Misfits

Misfits
 Misfits é uma banda formada por Glenn Danzig em 1977 na cidade de Lodi, Nova Jérsei. Foram os criadores do horror punk, um sub gênero do punk rock, e exerceram influência em diversas outras bandas de rock e metal em geral. 
1977-1983
O nome da banda foi tirado do último filme da atriz Marilyn Monroe, The Misfits.
Os integrantes originais da banda eram Glenn Danzig (Glenn Allen Anzalone) nos vocais e teclados (que mais tarde fundaria uma banda com seu próprio nome), Jerry Only (Gerald Caiafa) no baixo e e Manny Martínez na bateria, entrando mais tarde Doyle, o irmão caçula de Jerry Only.A banda Misfits é conhecida por suas letras pesadas que costumam falar de corações arrasados, violência e histórias de horror
Os colegas de escola Glenn Anzalone e Gerald Caiafa resolveram formar uma banda. Glenn adotou o nome artístico de Glenn Danzig e Gerald passou a se chamar Jerry Only. Gravaram um modesto compacto com duas faixas: "Cough Cool" e "She"; no qual Glenn cantava e tocava um piano elétrico e Jerry, o baixo. A experiência deu tão certo que eles recrutaram mais dois amigos da vizinhança, Franché Coma e Mr. Jim para gravar o disco Static Age, no começo de 1978, porém este disco acabaria saindo quase 20 anos depois.
Tocavam maquiados músicas simples e rápidas que logo fizeram com que o The Misfits fosse classificado como uma das bandas precursoras do movimento punk e portanto uma grande influência de bandas que vieram a seguir.
Segundo alguns, Glenn Danzig era grande fã de Elvis Presley e o visual que eles usavam seria a versão zumbi de Elvis com os topetes caídos, maquiagens brancas e esqueléticas, cujo nome criado por Jerry Only era devilock.
Nesse mesmo período somaram-se à banda o guitarrista Bobby Steele,(Franché Coma saiu saiu da banda porque ele não gostava de excursionar) e com a sua entrada continuaram a evoluir os elementos de horror na banda ,e pouco tempo depois e o baterista Arthur Googy, com os quais se repete a mesma história no decorrer de dois anos ,um álbum feito em vários compactos, também. Neste caso, trata-se do disco "12 Hits From Hell". Seu lançamento estava previsto para 2000, mas desta vez a empreitada da gravadora fora embargada por Glenn Danzig e Jerry Only, pois tanto a mixagem quanto a parte gráfica não satifizeram a ambos.
Apesar de ser uma banda pesada para a época, originalmente não dispunham de guitarrista. O grupo sempre foi polêmico: Segundo diversos sites e publicações especializadas em rock os Misfits poderiam ter alavancado a sua carreira quando foram chamados para abrir um show do The Clash em Londres em novembro de 1979, porém o vocalista Glenn Danzig e o então guitarrista Bobby Steele (que depois formou a banda The Undead) foram ver uma apresentação da banda The Jam em Londres e na entrada arrumaram uma confusão com alguns skinheads, que acabou com a prisão de Danzig e Bobby Steele, impossibilitando-os de fazer a apresentação de abertura. Os dois ficaram dois dias na cela da esquadra de prisão, e foi aliás nesse local que Danzig escreveu a música "London Dungeon", único fruto daquela viagem, que foi inteiramente paga com o cartão de credito do pai de Jerry Only.
Não obstante, Bobby Steele deixa a banda para formar o The Undead, e Paul, o irmão mais novo de Jerry, assume a guitarra e passa a pegar a estrada com a banda. Em estúdio, ajuda a completar as gravações do que já havia sido feito e assim debutar no disco Walk Among Us. Por ser alto, magro e carrancudo, Paul recebe o apelido de Doyle.
De 1977 a 1981 praticamente só gravaram EP’s. Foi em 1982 que começaram a sair os álbuns e compilações da banda. Walk Among Us sai em 1982,acabou sendo o primeiro álbum da banda, foi o único álbum a ser lançado enquanto a primeira encarnação da banda ainda estava ativa.
Em 1983 veio o último trabalho, Earth A.D./Wolfs Blood, fonte de inspiração para grande parte das bandas de thrash metal da época. Relatos de quem viu a banda ao vivo em seu auge, garantem que a experiência era incomparável. Os shows de Halloween realizados pelo grupo nos anos 80, tornaram-se lenda do underground nova-iorquino. Mas o Misfits, mesmo com sua música gravada de forma quase rudimentar e cercado por letras e visual de difícil assimilação, acabaria extrapolando o underground e tornando-se uma das mais cultuadas bandas do rock americano.
Outras características dos Misfits são criar canções violentas e românticas ao mesmo tempo e satirizar discos antigos ou discos de histórias infantis. Os seus vinis eram sempre coloridos e impressos em 7 ou 12 polegadas.
Durante os anos de sua formação mais clássica, a banda não saiu do underground de Nova Iorque. Não venderam muitos discos, não lotaram arenas, não tiveram repercussão na grande imprensa musical e não impressionaram praticamente ninguém com os seus músicos apenas medianos e letras baseadas em filmes de terror classe B (entre outras canções, gravaram "Night of the Living Dead", "Brain Eaters", "Vampira", "Mommy, Can I Go Out and Kill Tonight?", "I Turned Into a Martian" e "Halloween"). Praticamente não chegaram a ser profissionais (todos possuíam empregos paralelos à banda).
A primeira versão do grupo encerrou as suas atividades em 1983, quando Glenn Danzig resolveu seguir uma carreira solo. Com o fim da banda, Glenn Danzig montou uma banda chamada Samhain, e mais tarde, um bem sucedido conjunto batizado apenas de Danzig, que contabiliza milhões de cópias vendidas. Jerry Only e seu irmão Doyle passaram o resto daquela década e a primeira metade dos anos 90 na obscuridade.

1995-2000

Embalados pelo relativo sucesso que as suas músicas estavam a experimentar ao serem gravadas por outras bandas, como os Metallica e Guns N' Roses, os The Misfits resolvem voltar a ativa, Jerry Only que tinha processado Glenn Danzig pelos direitos do nome Misfits desde por volta de 1987, e, a partir de 1 de janeiro de 1995 o nome Misfits passava a ser oficiamente de Jerry Only. Durante o tempo em que não tinha os direitos do nome Jerry e o irmão Doyle Wolfgang von Frankenstein (Paul Caiafa) montaram uma banda chamada Kryst the Conqueror, um projeto cristão que não fazia shows, era apenas um banda de estúdio e que visava sobretudo desenvolver as guitarras criadas por ambos.
Em outubro de 1994 os The Misfits começaram os testes para um novo vocalista, entre os possíveis nomes estavam Peter Steele dos Type O Negative e Dave Vanian do The Damned, mas as escolhas finais acabaram por recair sobre Dave Vanian e um jovem desconhecido de 20 anos chamado Michale Emmanuel. Michale nunca tinha ouvido falar dos The Misfits, apesar de ser da mesma cidade, e ficou a saber da audição do novo vocalista através de um amigo. Para aprender as músicas e as letras Michale comprou o CD Collection vol. 1, e foi justamente esse desconhecimento que fez com que escolhessem Michale, Jerry queria montar um Misfits diferente do idealizado por Glenn Danzig, que queria um Misfits mais maldito, e um vocalista que desconhecia os Misfits originais teria uma interpretação própria da banda. Michale Emmanuel adotou o pseudonimo de Michale Graves na banda.
Além de Michale, os Misfits também contrataram o baterista David Calabrese, que adotou o pseudonimo de Dr. Chud, que são as iniciais de "Cannibalistic Human Underground Drummer". Os novos Misfits fizeram a sua primeira aparição oficial no dia 27 de outubro de 1995. Em 27 de fevereiro de 1996 foi lançado um box set contendo quatro CDs com todas as músicas da formação clássica do Misfits, os CDs vinham num caixão e foram feitas poucas unidades. Atualmente esta fora de catálogo.
                                                                                                                                Ana Luiza

Jogos Vorazes

The Hunger Games (Jogos Vorazes (título no Brasil) ou Os Jogos da Fome (título em Portugal)) é um romance para jovens e adultos escrito pela norte-americana Suzanne Collins. O primeiro de uma trilogia que leva seu nome, foi originalmente publicado nos Estados Unidos em 14 de setembro de 2008 pela editora Scholastic, e lançado em Portugal e no Brasil, respectivamente, em 20 de outubro de 2009 pela Editorial Presença e 29 de maio de 2010 pela Rocco. Narrado em primeira pessoa, o livro acompanha Katniss Everdeen, uma garota de dezesseis anos que vive em um mundo pós-apocalíptico, em um país distópico chamado Panem - localizado onde estaria a América do Norte. O país é dominado por uma metrópole tecnologicamente avançada chamada Capital, que realiza anualmente os Jogos Vorazes, para lembrar as pessoas sobre a revolta que aconteceu vários anos atrás, os Jogos são um lembrete do poder da Capital, nesses Jogos, um garoto e uma garota, entre doze e dezoito anos, de cada um dos doze distritos do país são selecionados através de sorteio para participar de uma batalha televisionada em uma arena da qual apenas um deles deve sair vitorioso e sobreviver.
O livro foi lançado também como audiolivro e livro digital. Teve uma primeira edição de 50 mil exemplares nos Estados Unidos, mais tarde aumentada para 200 mil. Desde o seu lançamento, foi traduzido para 26 idiomas diferentes e teve os seus direitos vendidos para 38 países. Foi recebido de forma geralmente positiva pelos principais críticos especializados e autores, apesar de que alguns críticos terem notado similaridades entre o livro de Collins e Battle Royale (1999) de Koushun Takami. O segundo livro da série, Catching Fire (publicado em português como Em Chamas), foi lançado em 1 setembro de 2009,3 seguido por Mockingjay (A Esperança, no Brasil; A Revolta, em Portugal) em 24 de agosto de 2010.
Já vendeu mais de 23 milhões de cópias em todo o mundo e faz parte dos livros mais vendidos da história

The Hunger Games é ambientado em uma nação chamada Panem, durante um período futurístico não definido, após a destruição da América do Norte. Panem é formada por uma poderosa cidade central, conhecida como Capital, que é rodeada por doze distritos mais pobres, definidos por uma sequência numérica que vai de 1 a 12. Algum tempo antes do início dos eventos do livro, havia um 13º distrito, que foi eliminado pela Capital nos chamados Dias Escuros por terem se rebelado. Para evitar novos levantes e lembrar às pessoas do seu poder, a Capital criou os Jogos da Fome / Jogos Vorazes, uma competição anual que é transmitida ao vivo pela televisão para toda a população de Panem. Para os Jogos, durante uma celebração chamada Dia da Colheita, são selecionados por sorteio uma garota e um garoto entre doze e dezoito anos de cada distrito. Os tributos, como são chamados, são forçados a entrar em uma perigosa arena, controlada pela Capital, e precisam lutar até a morte para que, no fim, reste apenas um sobrevivente.
O Distrito 12, onde vive a protagonista Katniss Everdeen, é localizado na região da cordilheira Apalaches.
A história é contada a partir do ponto de vista de Katniss Everdeen, uma garota de dezesseis anos que mora no Distrito 12 com a mãe e a irmã, quatro anos mais nova. Esse distrito localiza-se em uma região rica em carvão - lugar que, no passado, abrigava a cordilheira Apalaches. Katniss perdeu o pai em uma explosão numa mina de carvão, quando tinha onze anos. Katniss sustenta sua família caçando ilegalmente na floresta, junto com seu melhor amigo Gale. No dia da colheita, sua irmã mais nova é selecionada para participar dos Jogos Vorazes, mas ela se oferece para ir em seu lugar. O outro tributo do Distrito 12 é Peeta Mellark, o filho do padeiro, que tem a mesma idade de Katniss e estuda na mesma escola que ela. Apesar de não ter muito contato com Peeta, a garota sente que lhe deve algo por ele ter lhe oferecido pão quando sua família estava faminta, pouco após a morte do pai.
Depois de selecionados, Katniss e Peeta são levados para a Capital, onde se encontram com os outros tributos. Eles têm como mentor Haymitch Abernathy, o único morador do Distrito 12 ainda vivo que venceu os Jogos no passado, e tornou-se alcoólatra. Katniss conhece Cinna, o estilista responsável por sua aparência nas apresentações em público, que são importantes para ajudar na obtenção de patrocinadores - pessoas que pagam para que o tributo receba ajuda, como suprimentos e remédios, quando estiver na arena. Ao longo dos dias na Capital, Katniss e Peeta são submetidos a uma transformação em suas aparências, são treinados e fazem apresentações em público. Durante uma entrevista, Peeta revela o seu amor não correspondido por Katniss. A garota acredita que a atitude dele faz parte de sua tática para conseguir patrocinadores e resolve assumir que também gosta dele.
Quase metade dos tributos morre no primeiro dia. Katniss consegue, mais tarde, um arco e flecha e usa suas habilidades de caça para sobreviver, enquanto o número de tributos mortos cresce. Alguns dias depois, ela forma uma breve aliança com Rue, uma garota de doze anos do Distrito 11, que a faz lembrar-se de Prim. Rue é assassinada por outro tributo, que Katniss mata logo depois. Ela canta para Rue e envolve seu corpo com flores, como sinal de respeito por ela e repulsa pela Capital. Supostamente devido a imagem de "amantes desafortunados" que a audiência tem de Katniss e Peeta, é anunciada uma nova regra durante os Jogos: caso dois tributos de um mesmo distrito sejam os últimos a sobreviver, os dois serão considerados vencedores. Depois de ouvir isso, Katniss sai à procura de Peeta, de quem ela tinha se afastado por acreditar que ele estava aliado a outros tributos. Quando finalmente o encontra, descobre que ele está gravemente ferido. Ela encontra um abrigo para os dois em uma caverna e cuida dele, enquanto age como uma garota apaixonada para manter a audiência interessada nos dois. Quando Katniss e Peeta são os dois últimos tributos, os Idealizadores dos Jogos mudam as regras novamente e, em uma clara tentativa de conduzir os Jogos a um final dramático, dizem que apenas uma pessoa poderá vencer a competição. Ao invés de competir para ver quem sai vitorioso, ambos concordam em cometer suicídio simultaneamente ingerindo amoras envenenadas, pois não queriam conviver com o fato de terem matado um ao outro e tinham esperança de que a Capital iria preferir dois vencedores ao invés de nenhum. A estratégia funciona, e Katniss e Peeta são declarados vencedores da 74ª edição dos Jogos Vorazes.
Embora tenha sobrevivido aos desafios na arena e seja tratada como heroína pela população, Haymitch alerta Katniss de que ela se tornou alvo político por ter desafiado os autoritários líderes de sua sociedade publicamente, já que foi sua a ideia de ingerir as amoras. Peeta fica decepcionado ao descobrir que, para Katniss, seu relacionamento tinha sido uma manobra para conquistar a simpatia do público, e ela, surpresa por ele ter sido verdadeiro, fica em dúvida quanto aos seus sentimentos.

                                                                                                                                         Ana Luiza

Kawasaki Ninja 300 fica maior, melhor... e mais cara 17



Kawasaki Ninja 300 custa a partir de R$ 17.990, mas chega a ser vendida por mais de R$ 20 mil
"Sem muito esforço, mantenho o ponteiro do conta-giros, que domina o belo painel, entre 9.000 e 11.000 rotações, para aproveitar todo o torque e a potência do motor enquanto contorno inúmeras curvas numa estrada sinuosa no interior de São Paulo. Para entrar em uma curva mais fechada, inclino meu corpo com facilidade, reduzo uma marcha e, sem trancos na roda traseira, a motocicleta responde aos meus comandos e mantém-se na trajetória sem oscilações".

A descrição acima soaria como um clichê para uma esportiva de 1.000 cc, mas surpreende justamente por descrever a nova Kawasaki Ninja 300. Notadamente melhor que a antecessora (a 250), a nova caçula da família Ninja faz por merecer o título de "miniesportiva", pois se comporta como tal.
NOVIDADES
Seu motor ficou maior e mais potente. O quadro foi reforçado; os freios, melhorados, inclusive com a opção do sistema ABS. O desenho foi completamente atualizado -- a nova Ninjinha realmente parece uma ZX-10R em miniatura. Conta até mesmo com a embreagem deslizante, que evita trancos na roda traseira em reduções de marchas mais bruscas. Em resumo, a Ninja 300 mudou tanto em relação a 250, que podemos chamá-la de uma nova moto.

Mas a Kawasaki cobra um preço por toda essa "novidade": enquanto a antiga versão de 250 cc era vendida por cerca de R$ 15.000, a Ninja 300 tem preço sugerido de R$ 17.990 (versão sem ABS) e R$ 19.990 (versão com ABS). Lembrando que esses preços são para o estado de São Paulo, sem frete e seguro. Ou seja, na concessionária, ela vai ser ainda mais cara.
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Veja mais fotos da nova Kawasaki Ninja 30020 fotos

Kawasaki Ninja 300 chegou a bater 172 km/h no velocímetro, em pista fechada Leia mais Doni Castilho/Infomoto
MAIS TORQUE
Com a honra de ter inaugurado o segmento de esportivas de baixa capacidade cúbica com a Ninja 250 R -- e ter reinado por anos solitária neste segmento --, a Kawasaki sentiu-se ameaçada com o lançamento da Honda CBR 25 0R em 2011, no Salão de Milão (ITA). E resolveu contra-atacar com uma receita simples: fazer da Ninja uma moto com motor maior.

Para atingir os 296 cm³ de capacidade do novo motor bicilíndrico, o curso dos pistões, agora feitos em alumínio, foi aumentado de 41,5 mm para 49 mm (o diâmetro permanece o mesmo, de 62 mm). Porém essa alteração exigiu que a marca realizasse outras mudanças internas no propulsor: novas bielas, um duto de admissão redimensionado, além de novos virabrequim e eixo balanceiro. De acordo com a Kawasaki, 45% dos componentes internos do motor são novos. O que explica o comportamento totalmente diferente da Ninja 300.

Exatamente da capacidade cúbica mais elevada é que vem a maior potência: agora a Kawasaki declara 39 cv a 11.000 rpm (contra 32 cv da versão anterior). Um número impressionante para uma motocicleta da sua categoria.
O sistema de refrigeração líquida foi redimensionado para manter o motor na temperatura certa e, de quebra, ainda ganhou nova tecnologia para desviar o ar quente do piloto, batizada de KAMS (Kawasaki Air Management System).

Também para aproveitar a potência do motor, o câmbio de seis marchas foi reajustado, enquanto o sistema de injeção eletrônica passou a contar com duas válvulas de aceleração. Dessa mudança veio o maior benefício do novo propulsor: o torque, além de maior (2,8 kgfm), está disponível em outra faixa de giros.


  • Doni Castilho/Infomoto Nova Ninjinha 300 ganhou desenho completamente novo e frente inspirada na esportiva ZX-10R

    • NA PRÁTICA
      Seja rodando na cidade ou na estrada, logo nota-se que a nova Ninja 300 tem mais torque e força em médios regimes. O modelo anterior de 250 cc não tinha quase força abaixo de 8.000 giros, e exigia que se pilotasse "esgoelando" a moto para ter uma aceleração decente. Já no motor de 300 cc, a 4.000 rpm parece haver força suficiente para acelerações ou mesmo para rodar com mais tranquilidade no trânsito urbano, sem ter de "torcer" o cabo do acelerador.
      Com muita facilidade os giros crescem e a velocidade atinge 120 km/h sem esforço (o motor girando a 8.000 rotações). Se for necessário ultrapassar ou tiver mais pressa, basta reduzir uma marcha e acelerar: o ronco do motor cresce e a velocidade no painel aumenta com empolgação. EM local fechado, a nova Ninjinha chegou a 172 km/h no velocímetro.
      ÁGIL E PRECISA
      O motor mais potente demandou também um novo quadro: continua sendo um berço semiduplo, porém mais reforçado e firme, feito em aço. Além disso, a fixação do motor ganhou novos coxins de borracha que praticamente isolaram o piloto das vibrações características dos motores de dois cilindros paralelos -- tanto que as pedaleiras perderam os suportes de borracha e, agora em alumínio, ficaram mais bonitas e esportivas.
      As suspensões foram recalibradas: o garfo telescópico dianteiro com tubos de 37 mm agora tem mais óleo, mas estão mais macios. Já o monoamortecedor traseiro está um pouco mais firme. Mudanças que não alteraram o comportamento dinâmico da moto em curvas nem prejudicou sua esportividade. Durante a sessão de fotos, em curvas mais rápidas, as pedaleiras chegaram a raspar o chão, tamanha a inclinação da nova Ninja 300. Veja a ficha técnica do modelo:

      Kawasaki Ninja 300
      + Motor: Dois cilindros paralelos, 12 válvulas, DOHC, refrigeração líquida.
      + Potência: 39 cv a 11.000 rpm.
      + Torque: 2,8 kgfm a 10.000 rpm.
      + Câmbio: Seis marchas.
      + Alimentação: Injeção eletrônica.
      + Dimensões: 2.015 mm x 715 mm x 1.110 mm (CxLxA).
      + Peso: 172 kg em ordem de marcha.
      + Tanque: 17 litros.
      + Preço: R$ 17.990 (sem frete, freios ABS e seguro).

      NA CIDADE
      Em ruas esburacadas, o pequeno curso da suspensão prejudica um pouco a absorção de impactos, mas em nenhum momento chega a dar fim de curso. O novo conjunto ciclístico parece transmitir mais segurança ao piloto, principalmente para um uso mais radical. A agilidade em mudanças de direção não foi diminuída pelo maior pneu traseiro -- agora um 140/70 R17, contra o anterior de 130 mm.

      Os freios mantiveram-se bons, como na versão anterior. É o mesmo disco de 290 mm em formato de margarida com pinça de pistão duplo, na dianteira, e um disco de 220 mm com pinça dupla na traseira. Super dimensionados para a Ninja 250, o conjunto de freios parece nem sentir o peso extra: agora são 172 kg contra os 169 kg anteriores. A versão com ABS pesa 174 kg.

      OUTRA MOTO
      Após cerca de 400 km com o modelo, a conclusão óbvia é que esta é outra moto, não somente uma versão atualizada da Ninja 250 R. Enquanto a antiga cansava demais (ter de andar com os giros lá em cima pode ser irritante no trânsito urbano), a nova Ninjinha é capaz de rodar na cidade e na estrada com torque disponível em médias rotações e menos vibrações.

      Outro ponto positivo é a injeção, que melhorou um pouco o consumo. O modelo de 250 cc fazia entre 18km/l e 21 km/l, dependendo da tocada. A nova de 300 cc teve médias entre 22km/l e 24 km/l.

      Ainda há incômodos, como a limitação do ângulo de esterço para achar um caminho em avenidas congestionadas; sem falar na buraqueira da cidade de São Paulo que castiga a carenagem, fazendo até mesmo os parafusos de fixação de um dos espelhos retrovisores se soltarem. Além disso, pilotos mais altos talvez sintam desconforto com a posição das pedaleiras recuadas e certamente sua garupa irá reclamar do espaço. A Ninja 300, porém, está melhor.

      Justamente o preço é o grande ponto negativo da nova Ninja 300. É uma verdadeira miniesportiva, mas o preço praticado nas concessionárias é realmente elevado. Afinal, trata-se de uma moto que pode até parecer uma esportiva, mas não tem o desempenho real de uma. Quem dará o veredicto final será o consumidor: o motociclista estaria disposto a pagar tal quantia a mais por uma moto de 300 cc?

                                                      Ana Luiza

      Star Trek’ x ‘Star Wars’, a batalha nerd pelo espaço

      Duas das maiores franquias de ficção científica já criadas, as sagas voltam a dividir atenção agora, com a estreia de ‘Além da Escuridão – Star Trek, neste fim de semana, e a notícia da retomada da franquia de George Lucas, com novo filme previsto pela Disney para 2015

      Meire Kusumoto
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      Montagem Spock e Darth Vader
      Montagem Spock e Darth Vader - Divulgação
      Com a estreia de Além da Escuridão - Star Trek e as notícias de que Star Wars vai ganhar uma nova trilogia, a rivalidade entre duas das franquias de maior sucesso da ficção científica entrou novamente em evidência. Não à toa. Próximas na maneira como retratam o universo, nelas apresentado como um lugar mais povoado e menos obscuro do que se imagina, as séries se distanciam nas possibilidades que o universo oferece. Em uma, ele está mais para palco de aventuras. Em outra, é o cenário de uma grande guerra entre as forças do bem e do mal. As diferenças mobilizam verdadeiras legiões de fãs na defesa por sua saga favorita.

      Lançadas com onze anos de diferença, as séries tiveram concepções distintas. Criada para a TV, Star Trek (1966) mostra planetas que convivem em paz na Via Láctea do futuro. Já Star Wars (1977) evidencia uma verdadeira luta pelo poder no passado de uma galáxia fictícia. Bem-sucedidas, ambas tiveram desdobramentos – no cinema, na TV, nos quadrinhos, nos games.

      Hoje, além do tema e do desempenho de público e de crítica, as séries têm em comum um elemento fundamental: a direção. O americano J.J. Abrams, que vem assinando a nova trilogia de Star Trek, foi anunciado como novo diretor da nova trilogia de Guerra nas Estrelas, com lançamento previsto para a partir de 2015 pela Disney, que adquiriu os direitos da franquia de George Lucas pela bagatela de 4,05 bilhões de dólares, em 2012. Esse elemento em comum, aliás, pode aumentar a discórdia entre os fãs das duas séries. Rumores dão conta de que Abrams vai se afastar da direção, e ficar apenas com a produção, do último Star Trek para se dedicar também a Star Wars.

      Confira abaixo as semelhanças e diferenças entre as duas franquias.

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      Morte de Kurt Cobain -Carta de Suicidio

      A morte de Kurt Cobain ocorreu no dia 5 de abril de 1994, quando o líder e vocalista da banda Nirvana foi encontrado morto em sua casa, localizada na Lake Washington Boulevard, 171, em Seattle, Washington, Estados Unidos.
      O relatório do Departamento de Polícia de Seattle sobre o incidente declara que Kurt Cobain foi encontrado com uma espingarda ao lado do seu corpo, que ele tinha um ferimento vísivel na cabeça e que havia uma nota de suicídio descoberta próxima a ele.
      Apesar da sentença oficial, várias teorias surgiram oferecendo explicações alternativas para a morte de Cobain. Tom Grant, um investigador particular contratado por Courtney Love, esposa de Cobain, para encontrar Cobain após a sua saída da reabilitação, estendeu sua crença de que Cobain foi assassinado. A teoria de Grant já foi analisada e questionada por programas de televisão, filmes e livros. Os autores e os cineastas também tentaram explicar o que poderia ter acontecido durante os últimos dias de Cobain, e o que poderia tê-lo levado ao suicídio.
      Depois da morte de Cobain, Love afirmou a Rolling Stone que Cobain já teria tentado suícidio outras vezes. Em uma turnê pela Europa com a banda, em Roma, na Itália, o guitarrista e vocalista também teria tentado se matar.

      Leia a tradução da carta de Kurt Cobain
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      Para Boddah
      Falando como um simplório experiente que obviamente preferiria ser um efeminado, infantil e chorão. Este bilhete deve ser fácil de entender.
      Todas as advertências dadas nas aulas de punk rock ao longo dos anos, desde minha primeira introdução a, digamos assim, ética envolvendo independência e o abraçar de sua comunidade, provaram ser verdadeiras. Há muitos anos eu não venho sentindo excitação ao ouvir ou fazer música, bem como ler e escrever. Minha culpa por isso é indescritível em palavras. Por exemplo, quando estou atrás do palco, as luzes se apagam e o ruído ensandecido da multidão começa, nada me afetava do jeito que afetava Freddie Mercury, que costumava amar, deliciar com o amor e adoração da multidão – o que é uma coisa que totalmente admiro e invejo.
      O fato é que não consigo enganar vocês, nenhum de vocês. Simplesmente não é justo para vocês e para mim. O pior crime que posso imaginar seria enganar as pessoas sendo falso e fingindo que estou me divertindo 100 por cento. Às vezes acho que eu deveria acionar um despertador antes de entrar no palco. Tentei tudo que está em meus poderes para gostar disso (e eu gosto, Deus, acreditem-me, eu gosto, mas não o suficiente). Me agrada o fato de que eu e nós atingimos e divertimos uma porção de gente. Devo ser um daqueles narcisistas que só dão valor às coisas depois que elas se vão. Eu sou sensível demais. Preciso ficar um pouco dormente para ter de volta o entusiasmo que eu tinha quando criança.
      Em nossas últimas três turnês, tive um reconhecimento por parte de todas as pessoas que conheci pessoalmente e dos fãs de nossa música, mas ainda não consigo superar a frustração, a culpa e a empatia que tenho por todos. Existe o bom em todos nós e acho que eu simplesmente amo as pessoas demais, tanto que chego a me sentir mal. O triste, sensível, insatisfeito, pisciano, pequeno homem de Jesus. Por que você simplesmente não aproveita? Eu não sei! Tenho uma esposa que é uma deusa, que transpira ambição e empatia, e uma filha que me lembra demais como eu costumava ser, cheia de amor e alegria, beijando todo mundo que encontra porque todo mundo é bom e não vai fazer mal a ela. Isto me aterroriza a ponto de eu mal conseguir funcionar. Não posso suportar a ideia de Frances se tornando o triste, autodestrutivo e mórbido roqueiro que eu virei.
      Eu tive muito, muito mesmo, e sou grato por isso, mas desde os sete anos de idade passei a ter ódio de todos os humanos em geral. Apenas porque parece muito fácil se relacionar e ter empatia. Apenas porque eu amo e sinto demais por todas as pessoas, eu acho. Obrigado do fundo de meu nauseado estômago queimando por suas cartas e sua preocupação ao longo dos anos. Eu sou mesmo um bebê errático e triste! Não tenho mais paixão, então lembrem, é melhor queimar do que se apagar aos poucos¹. Paz, Amor, Empatia.
      Kurt Cobain
      Frances e Courtney, estarei em seu altar. Por favor, vá em frente, Courtney, por Frances. Pela vida dela, que vai ser bem mais feliz sem mim.
      EU TE AMO, EU TE AMO!
                                                                                                                                                    Cquote2.svg


                                                                                                                                     Ana Luiza